Existe um mito de que recuperação de crédito começa com uma petição. No nosso método, ela começa com uma leitura. O que existe de título, em que prazo cada um está e qual é a chance real de recebimento. Só depois vem a escolha do caminho.
As quatro etapas
Primeiro, a leitura. Levantamos os documentos, a memória de cálculo e a situação de cada título diante dos prazos de prescrição. Essa fotografia inicial evita tanto a pressa quanto a inércia.
Segundo, a estratégia. Negociar, notificar, protestar ou executar não são etapas obrigatórias de uma escada: são ferramentas, e cada caso pede uma combinação. O protesto, por exemplo, resolve muitos casos sem processo; em outros, a execução direta é o único caminho sério.
Terceiro, a condução. Cobrança boa é cobrança documentada. Cada tratativa registrada, cada concessão com contrapartida, cada prazo controlado em sistema próprio.
Quarto, a transparência. O cliente acompanha a situação do caso pelo nosso portal, em linguagem clara, sem depender de ligar para saber como está.
Por que método importa mais que pressa
Cobrança conduzida com método preserva prazos, garantias e relacionamento comercial, e devolve ao credor a decisão informada sobre cada passo.
Na prática, quer dizer uma coisa simples. Você sabe, a qualquer momento, o que já foi tentado com cada devedor da sua pasta e o que vem depois.
Se quiser começar, o primeiro pedido que vamos fazer é este: os documentos das dívidas, do jeito que estiverem. Organizar é trabalho nosso.
Base legal e fontes
- Código de Processo Civil, art. 784: títulos executivos extrajudiciais que permitem execução direta.
- Lei 9.492/1997 e Código Civil, art. 202, III: protesto como instrumento de cobrança e de interrupção da prescrição.
Se você conhece alguém passando por isso, manda para essa pessoa.
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